sábado, 20 de maio de 2017

Vamos às compras?! #11

O cheirinho a verão já se faz sentir e os fins de semana já se querem a vegetar ao ar livre. À sombra ou ao sol, a ler um livro, a ouvir música ou, simplesmente, a meditar. [sem nunca subestimar os efeitos da exposição prolongada ao sol.]




(clica nas imagens para mais detalhes)
| Bolero - TM COLLECTION | Calças - TM COLLECTION | Colar - LUCKY BRAND | Alpargatas - YOOX |
| Óculos de Sol - DOT DASH | Óleo Corporal - VICHY | Água Termal - URIAGE | Cesto de Palha - LA REDOUTE |

domingo, 14 de maio de 2017

O dia em que Portugal foi descarado!

Como alguém disse uma vez, "Portugal não tem falta de talento, tem falta de descaramento"! É preciso acreditar estupidamente. É preciso arriscar e fazer diferente.

música
Hoje o Salvador ganhou a Eurovisão, como eu acreditava que iria acontecer. Foi a nossa primeira vez, com a maior pontuação de sempre vista neste evento e a assegurar o primeiro lugar desde o início. Portugal voltou a encher o peito de orgulho.

Um claro sinal de que as pessoas estão cansadas da "fast music" oferecida por cantores moldados pelos departamentos de marketing, numa linha de série imposta pela globalização. O mundo, e a Europa em particular, atendendo aos acontecimentos que têm assolado, precisava desta lufada de paz e autenticidade. Parar para sentir, apenas. É disto que é feita a música. Gostar sem perceber ao certo porquê. Apenas porque se sente.

E, depois, partilhar.

Obrigada aos irmãos Sobral!

quarta-feira, 10 de maio de 2017

GRS | A conquista da Europa continua

Quando o Salvador Sobral foi escolhido para representar Portugal na Eurovisão 2017 fiquei sem reação, confesso. Da melodia à figura, tudo contrastava com as habituais escolhas. Fizeram-se piadas, muitos ficaram chocados e envergonhados pela escolha, que agora é que íamos ser a piada, que agora é que íamos trazer um zerinho para casa, que anda tudo queimadinho do juízo, que assim é que não. Tudo à bom português que gosta sempre de mandar para baixo tudo o que tem assinatura tuga, porque os vizinhos é que é. Também houve os que elogiaram, enalteceram e valorizaram aquela escolha - estes foram vistos como os intelectuais da música, os snobs que não sabem o que o Zé Povinho gosta.

Eu não tenho formação em música, mas tenho um gosto musical muito eclético, gosto de ouvir um pouco de tudo. Quando ouvi pela primeira vez o Salvador, não percebi se gostei, mas também não consegui dizer que não tinha gostado. Dias depois, ouvi novamente. Havia ali qualquer coisa de muito único e especial, que me fazia ouvir até ao fim. Sem ruído visual em volta, apenas a música. Singular e cativante, algo que primeiro se estranha e, depois, se entranha. Não é música para ouvir em loop ou constantemente na rádio, pois não é essa a sua essência. É uma melodia para ser apreciada num palco, idealmente ao vivo. E, durante aqueles breves minutos, há um ambiente de paz que nos envolve e eleva a língua portuguesa a um patamar exclusivo, como se não houvesse outra língua que pudesse cantar aquela canção. E enquanto assistia à sua atuação, acreditei que temos tudo para ganhar a Eurovisão este ano.

Só hoje consegui parar um bocadinho para ver a atuação do Salvador na semifinal da Eurovisão 2017. Confirmei a minha teoria do "estranha-se e, depois, entranha-se"! À terceira vez, já senti a música como minha e gostei tanto, que julguei até ser impossível alguém não gostar. Anos depois, estamos novamente na final e só podemos estar orgulhosos.

Faço muita questão de ver a final em direto, no próximo sábado, como nos velhos tempos, em que o Festival da Eurovisão fazia parar o país e reunia toda a família a suspirar por pontos para Portugal. Este ano vamos vê-los a chegar e a somar. Acredito verdadeiramente nisto.

conquista

quarta-feira, 3 de maio de 2017

GRS | O colapso do Whatsapp

De acordo com o El Mundo, a queda do funcionamento terá ocorrido por volta das 21:00 em Portugal, aproximadamente.
Esta é uma das informações que o Diário de Notícias online divulgou há cerca de meia hora atrás, no seguimento da notícia de última hora que vai ocupando espaço nos media: o Whatsapp teve um colapso!

Até ao momento ainda não houve qualquer reação da "família", desconhecendo-se assim os motivos desta grande catástrofe, que está a atingir a vida de milhões em todo o mundo. Reações já se fazem sentir e a grande questão que impera é a seguinte: como poderá a espécie humana comunicar agora sem o Whatsapp?!
colapso

Resta-nos aguardar, com tranquilidade e esperança, para que tudo não passe de um susto e que o milagre da ressurreição se dê. Entretanto, há que questionar a vida e a nossa existência, enquanto a comunicação se encontra interrompida. Sem desesperos.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

#semanaemrevista 15 | Fruta, Jardim e Família

1. Descobertas
Voltei a (tentar) disciplinar o regime alimentar e à descoberta de novos alimentos. Fruta e vegetais acima de tudo. À exceção do dia de Páscoa (em minha defesa há bons argumentos), tenho sido regradinha. Kunquat é uma fruta pequenina, que deve ser prima muito afastada das laranjas. De sabor mais ácido, que contrasta com o interior doce da casca (que não percebi se se deve comer, mas pareceu-me que não), é uma fruta agradável, embora termine numa dentada...

2. Em Construção
Para quem vai acompanhando o blog no Instagram (aqui), é fácil perceber que as obras continuam. Construir sonhos dá trabalho, é só o que vos digo. Mas também já perceberam que este fim de semana atingimos mais um objetivo: relva! Mais do que isso: um jardim lindo! Até um monte, que tantas vezes me apeteceu eliminar do mapa, conseguiu ter uma "cara" nova e ficou giríssimo... Excelente trabalho da equipa da Cloroflor!

Photo: Facebook
3. Família (ou a grande Country Life Opening Party)
Nunca liguei muito ao domingo de Páscoa, confesso. Contudo, este ano foi diferente. Não por questões religiosas, como devem calcular, mas sim porque foi a data em que decidimos fazer a grande Country Life Opening Party. Ou seja, a Festa de Inauguração dos Campónios. Como em qualquer antestreia, o público foi muito restrito e, sendo data festiva, decidimos reunir a família mais próxima, com caça aos ovos, comida a montes (regada com Palhoça), música e jogatana. Foi um dia bem passado e já está tudo "contratado" para o Natal! Entretanto, a nossa "equipa" de eventos já prepara o programa das festas vindouras. Porque é destes momentos que a vida deve ser recheada.

Vamos às compras?! #10

Os dias de Sol parece que vieram para ficar. Nem a ameaça de mau tempo na Páscoa se concretizou. Por isso, aproveitemos para passeios (com estilo, claro!).


(clica nas imagens para mais detalhes) 

Playsuit Linho Nude  - BE YOU BE BEAUTIFUL
Óculos Stella Cider Black - KOMONO
Colar Just Be You - KOHL's 
Protetor Solar Lábios F 30 - AVÈNE
Óleo Solar F 50 - URIAGE
Sandálias Kota - LES TEMPS DES CERISES 
Pulseiras Stardust - SWAROVSKI
Saco de Praia - ROXY

domingo, 9 de abril de 2017

#semanaemrevista 14 | Casa, Cuidados e Ambiente

1. Modo caseiro
É este o espírito dos últimos tempos: aproveitar mais cá dentro. E tem corrido muito bem. Ou, pelo menos, tem trazido um pouco de tranquilidade aos dias de trabalho que têm sido (confesso) muito duros. Acordar com o som dos passarinhos é, de facto, muito terapêutico. Mesmo quando são um bocado histéricos e decidem "falar" todos ao mesmo tempo às 6h da matina!

semanaemrevista

2. Cuidar
...de mim. Começa a ser urgente. A todos os níveis.
Até comecei bem o ano, cheia de motivação e persistente, mas caí no cliché redondinha. Preciso de encontrar novamente o foco e disciplinar-me, o que não está fácil. Tenho esperança que a boa energia primaveril me contagie...

semanaemrevista

3. Poluição
Esta semana fui com as minhas pérolas visitar a Amarsul, uma empresa de recolha e tratamento de resíduos na margem sul do Tejo. Julgo ter sido uma aprendizagem muito importante para todos, porque as campanhas publicitárias e as ações de sensibilização não se comparam ao contacto com a realidade. O cheiro era nauseabundo, mas nem assim desertámos e acompanhámos todo o processo. Duas cidades, Almada e Seixal; cerca de 400 toneladas diárias de lixo!
Muitos dos formandos ficaram espantados com a quantidade de lixo que se acumula. É tão bom acreditarmos que, assim que colocamos os sacos do lixo nos respetivos contentores, o assunto está resolvido, como se aqueles sacos desaparecessem nesse preciso momento. Mas não. Há todo um caminho ainda a percorrer e que todos precisamos, cada vez mais, otimizar.

semanaemrevista

Sobre a Educação... ou a arte de sacudir a poeira para cima do outro!

Acredito que é "desde pequenino que se torce o pepino". Ou, por outras palavras, é em casa que a educação começa. E digo "começa", porque também acredito que é na escola e na sociedade que se continua. O formador tem um papel fundamental na educação e aquele que julga que o seu trabalho está circunscrito à transmissão de conteúdos está, sem dúvida, na profissão errada. Mais: todos deveríamos ter a obrigação de "educar" para que o civismo exista desde cedo.

Educação
Photo: Diário de Notícias (online)

Mil estudantes portugueses foram corridos de uma unidade hoteleira em Espanha, por comportamento e atitudes de falta de civismo. Senti-me envergonhada como portuguesa, porque estamos a falar de jovens no 12º ano, ou seja, todos com/a fazer 18 anos, ou seja, a atingir a maioridade para se tornarem cidadãos plenos na nossa sociedade. Senti-me envergonhada como formadora, pois aqueles poderiam ser os meus formandos e, por conseguinte, eu só poderia estar a fazer um péssimo trabalho nas competências que deveriam estar a ser trabalhadas. Senti-me envergonhada como mãe, pois poderia estar ali a minha filha e eu teria falhado redondamente no meu papel de "primeira educadora". Até porque uma palmada bem dada na hora certa só traz benefícios e não deve ser confundida com violência gratuita.

Esta é uma história que ainda fará correr rios de tinta, mas como tantas outras irá cair no esquecimento e tudo continuará a ser igual. Pelo menos, até começarmos a ganhar consciência de que este é um trabalho conjunto e ninguém se pode demitir do seu papel. O que fizeram em Espanha, fazem todos os dias em Portugal. E este é um problema que diz respeito a todos...
  • Aos pais que precisam trabalhar de manhã à noite, neste país que privilegia a quantidade (de horas de trabalho) e não a qualidade (da produção), e que se tornam ausentes da vida diária dos filhos, procurando atenuar essa falha com cedências e retribuições materiais. Eles percebem rapidamente que tudo é fácil e (quase) garantido; e se não são repreendidos (a sério) pelos pais quando cometem erros, mais ninguém tem o poder para o fazer.
  • Aos pais que tentam manter os filhos em bolhas esterilizadas e/ou acreditam que educar é uma ciência perfeita, por isso evitam a todo o custo que os jovens contactem com realidades "desfavorecidas", que desçam do 100% para o 98% (nem que isso implique horas seguidas de explicações) ou que tenham o mínimo comportamento inadequado (quanto mais calado e parado, melhor). Eles aprendem rapidamente que é tudo uma questão de aparência; longe dos pais, são os que "pintam a manta à grande", primeiro porque é novidade, depois porque há liberdade. E os estragos não são um problema, pois os pais pagam...
  • Aos professores que apenas estão preocupados em "professar" os seus conteúdos, que consideram que não lhes pagam para educar os filhos dos outros e/ou que entopem os jovens com trabalhos de casa (apenas para acelerar o programa que tem de ser cumprido, num país que adora quantificar e não avaliar). Eles rapidamente percebem que ao desestabilizar vão ser colocados fora da sala, por vezes sem destino, por isso ganham um descanso extra; outras vezes, vão ter de ir para a direção, onde ouvem um sermão pré-definido e rápido (há muita papelada para preencher e assuntos burocráticos para tratar), fazem um ar de profundo arrependimento e pedem muita desculpa - ganham um descanso extra ou têm de voltar à sala, para onde caminham lentamente, aproveitando para no percurso ir ao bar comer qualquer coisa ou ver as novidades no Snapchat. E ainda ganham estatuto de herois na turma...
  • Aos professores que se preocupam apenas com os "seus"alunos e, perante comportamentos inaceitáveis de alunos de outras turmas, preferem não intervir, pois não têm nada a ver com aquilo. Além disso, já há tema para a hora da cusquice com os colegas, de que os alunos do professor X são os piorzinhos da escola. Eles rapidamente percebem quando a equipa pedagógica está fragmentada e quem são aqueles que não querem saber - resta-lhes aproveitar...
  • A todos aqueles que vivem em sociedade e, perante comportamentos desajustados dos nossos jovens em plena rua, não intervêm, ficando a criticar baixinho ou em conversa de café. Eles rapidamente percebem que podem fazer o que quiserem, sem repreensão seja de quem for. Além disso, se ninguém repreende, se calhar até nem estão a fazer nada de mal...
Educação
Photo: Diário de Notícias (online)
É óbvio que esta não é a fórmula mágica para resolver o problema, até porque ela não existe. E certamente muitos poderão argumentar que, por vezes, até fazemos o nosso papel, mas a personalidade deles é assim e contra isso nada conseguimos... Mil estudantes em dois dias?!! Acho que o número é expressivo para que esse argumento seja apenas mais uma desculpa para nos demitirmos do nosso papel. Sem dúvida, que a personalidade tem o seu peso e é isso que os (nos) diferencia, mas se todos tivermos o compromisso da educação, acredito que estes casos de "personalidade vincada" sejam facilmente controlados. E asneiras todos vão fazer; aliás, esperamos que façam mesmo, pois é através das asneiras (deles e dos outros) que também educamos.

Não estamos apenas a educar jovens. Estamos a educar o futuro do nosso país.

sábado, 8 de abril de 2017

Vamos às compras?! #9

Os dias longos já começam a assumir-se, convidando-nos a algumas caminhadas matinais e passeios de final do dia. Mas uma pessoa não pode ir de qualquer maneira, não é?!

[gosto tanto dos ténis....]



(clica nas imagens para mais detalhes) 

Ténis TEDxOporto  - UBBER WHITE
Capa iPhone 7 - 4-OK
Esferográfica Pink Flower - NATHALIE LÉTÉ 
Mala Bette Red - MANJERICA 
Blush 43 Flower Power - GOSH
Auscultadores Wireless - AUTUMNFALL 
Óculos Carbon Black Rose Gold One - HAWKERS

terça-feira, 4 de abril de 2017

O Reino do Fogo: O Evangelho de Loki

Oh, Joana, porquê??!!!
Eu que te tinha no Olimpo Literário, eu que não duvidei por um segundo que esta ia ser mais uma aventura gratificante...sinto-me defraudada!

Reino

Desde o famoso Chocolate que Joanne Harris se tornou numa das minhas escritoras de eleição, a ponto de (quase) não duvidar do que vinha pela frente. Quando vi que se tinha aventurado pela mitologia nórdica fiquei bastante curiosa. Adoro mitologia e era a Joanne Harris, não havia como errar. E enganei-me redondamente.

Demorei uma eternidade para conseguir chegar ao fim deste livro. Houve partes que me aborreceram de morte e me fizeram encostar o livro durante semanas, para depois recomeçar esta peregrinação literária sofrida. Sinto que estoicamente (ou por teimosia) cheguei ao fim e já li o óraculo na diagonal.

Embora goste muito de mitologia, confesso que não sou grande conhecedora da nórdica. As histórias de Odin, Thor ou Loki chegaram-me pelo Chris Hemsworth no grande écrã e pelo grande Ragnar Lothbrok no pequeno écrã. E isto foi insuficiente para compreender em pleno algumas personagens e detalhes do enredo. Ou seja, senti por vezes que a história foi escrita apenas para entendidos no assunto e, logo aqui, começou a desilusão. Depois, a personagem principal: Loki. Repetitivo, por vezes demasiado colado à personagem construída por Tom Hiddleston no filme Thor e, a partir de determinada altura, previsível e aborrecido. Por fim, um enredo a cair na monotonia, com uns confrontos e desaguisados entre deuses, de vez em quando, para apimentar a coisa. Não gostei.

É possível que não venha a ler tão cedo algo da escritora que envolva mitologia, mas também não a vou enterrar no submundo dos escritores como persona non grata para todo o sempre. Até porque uma parte não faz o todo. E o Chocolate continua a ser um excelente estimulante, dizem os especialistas.

domingo, 2 de abril de 2017

Vamos às compras?! #8

Embora a Primavera já nos tenha atraiçoado (e prometa fazê-lo novamente), a verdade é que já nos vai trazendo alguns dias mais amenos e longos. Esta é a melhor altura para ganhar ânimo e motivação para começar a mexer o rabo. O ideal seria um bocadinho todos os dias, mas se aproveitarmos a Páscoa para caçar uns ovos desportivamente já não é mau.
Antes disso, há que estar a rigor, por isso...vamos às compras!
(clicar nas imagens para mais detalhes)

Velas Ovos da Páscoa  - SUR LA TABLE
Mala Dream Bigger - KOHL'S
T-Shirt Easter - AMAZON 
Garrafa Magenta - BOBBLE 
Smartphone Armband - TNB
Corda de Saltar Wireless - SBS 
Ténis 501 Pink - NEW BALANCE

sábado, 1 de abril de 2017

#semanaemrevista 5 a 13 | Ressurreição, Nova Vida, Maleitas e um Open Day

1. Parece mentira
...mas afinal o blog continua vivo! De facto, foram várias as razões que me afastaram deste meu humilde espacinho durante uns tempos e, de repente, o blog começou a criar erva e musgo por todos os cantos, o que a ver bem até não é mau de todo, visto que estamos no ano do Greenery (ver aqui). E enquanto houver "verde esperança", o blog não morre! De vez em quando tem um colapso, mas quem nunca?! Ainda por cima, com a Páscoa à porta, nada como uma ressurreiçãozinha para elevar os espíritos...
2. Novas rotinas
Mudar de casa é isto: confusão, caos, desespero e, depois, tudo começa a ganhar uma ordem. Ainda que não esteja tudo operacional a 100%, as rotinas já se vão instalando e já se começa a sentir alguma estabilidade. Alguns dirão que ainda é prematuro, mas um mês depois de me mudar definitivamente para o campo (ver aqui), acredito que foi uma boa aposta.
Sem dúvida que estar cerca de 10 minutos mais longe do trabalho é uma desvantagem (10 minutos é uma facada para quem entra às 7h da matina, acreditem), bem como estar mais afastado de tudo (supermercados, bombas de abastecimento, farmácias...). No entanto, acredito que é tudo um mal menor, que apenas tem de ser bem gerido.
Em contrapartida, não levo logo com o trânsito matinal à porta de casa, que me acompanha até ao trabalho. Saio ao som dos passarinhos, a meio aceno um "adeus" ao senhor que caminha pela estrada todas as manhãs, parando para cumprimentar todos os carros que passam, e de vez em quando tenho de parar para deixar passar as ovelhas que vão para a labuta e aproveitam para me dar um polimento no carro (lã de qualidade...nem as carwash têm disto!). Depois, entro na autoestrada e na agitação do costume.

3. Porque nem tudo são rosas
...também foram tempos conturbados no que diz respeito à saúde! Algumas maleitas foram assolando e lá andei a picar o ponto algumas vezes no senhor doutor. Também é verdade que deixei descambar a alimentação, o que misturado com uma boa dose de stress foi o suficiente para arrasar com o organismo. Preciso urgentemente de um tratamento EU, com uma limpeza energética de dentro para fora...

4. Open Day
Todos os anos, há este dia especial em que as portas da Academia se abrem a quem queira conhecer o nosso trabalho. Normalmente, é um dia de grande euforia para os nossos formandos. Este ano, em particular, os "meus mais velhos" decidiram comemorar em grande o seu último Open Day e dinamizaram um trabalho que me deixou orgulhosa. Sabem aquela sensação quando os filhos começam a andar sozinhos, sem precisar de ajuda, e nós ficamos de longe apenas a observar?! Foi esta a sensação. Organizaram o espaço, comunicaram com o público e, acima de tudo, souberam trabalhar em equipa. No final, ficou aquela sensação de "mãe babada".

domingo, 5 de março de 2017

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