Há quem celebre quarenta dias de jejum e penitência. Há quem celebre a ressurreição. Há quem apenas celebre ovos de chocolate, folares e um feriado que veio mesmo a calhar.
Eu celebro a humanidade, que nos é tão natural e que tão naturalmente tendemos a contrariá-la. Com armas, com guerras, com interesses sem qualquer valor no destino que nos espera.
Gosto do John Legend e desta música. Do seu significado e da sua energia.
Hoje deveríamos celebrar a vida. Tão perfeita na sua imperfeição, tão idêntica nas suas diferenças. E sermos melhores.
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