quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

2016...e agora?!

A passagem de ano é sempre aquele ritual em que vestimos o azul cueca da sorte, engolimos passas como se não houvesse amanhã, subimos e descemos cadeiras...tudo em prol de todos aqueles desejos que inundam as nossas esperanças. Amor, dinheiro, saúde, trabalho, sucesso, sorte, segredo da eterna juventude, bilhetes para ir ver a Adele...whatever!
E depois aguardamos pacientemente que tudo aconteça...durante 365 dias! E depois disto, lá estamos nós novamente a engolir passas, com a linda cueca azul, a subir e descer escadas...e a desejar tudo outra vez!

A todos aqueles que me acompanham, tenho a dizer-vos que não vos vou desejar a ponta de um chavelho! Peguem nos vossos desejos e transformem-nos em objetivos. Escrevam-nos em letras bem grandes na vossa mente e tenham-nos à vossa frente todos os dias. Mexam o rabo e procurem-nos, trabalhem para os alcançar.
Todos os dias.
No final do ano, registem o que viveram, comemorem o sucesso atingido e criem novos objetivos. Serão certamente histórias fantásticas a guardar no livro da vossa vida.

E este ano temos 1 dia de bónus. Façam por valer a pena!

Ready?!
Post sem contrapartida publicitária, suportado apenas pela minha real gana.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Hoje festejamos 1 aninho!!!

Pois é... faz hoje 1 ano que eu falava pela primeira vez para um grupo enorme de leitores (eu, basicamente), em que me assumia como uma indisciplinada e com poucas expetativas que o blog ainda existisse passado um ano.

A verdade é que existe e o meu grupo de leitores aumentou consideravelmente: para além da minha pessoa, também costumam cá vir alguns familiares (até pensei que viessem mais, mas os laços de sangue não chegam para tamanho sacrifício) e amigos (poucos, mas leais). Enfim, acho que já somos cerca de meia dúzia de leitores assíduos... Ah, pois é! Embrulha!!!

Agora, um pouco mais a sério... Faz hoje um ano que assumi este compromisso, sem me comprometer. Partilhar sempre que possível um pouco de mim apenas porque sim, porque gosto, porque me sinto bem. Uma espécie de terapia, diriam certamente os especialistas.

Quando pensei em escrever este post, imaginei-me logo a lamentar a minha ausência nos últimos tempos. É um facto que setembro trouxe-me novos desafios, bons desafios, e estes decidiram tomar conta de mim sem misericórdia. E quando há tempo livre apetece fazer tudo (90% deste tudo = dormir), excepto ficar agarrada ao blog à procura de ideias interessantes e a construir textos alucinantes. Até porque seriam tudo menos interessantes ou alucinantes... quando eu falo num compromisso sem compromisso é isto mesmo: escrever e partilhar por gosto, por paixão. E eu só jogo com esta regra.

Não é uma boa estratégia para conquistar leitores?! Eu sei...mas, por incrível que pareça, para além da meia dúzia que referi há pouco, este ano de blog também me trouxe o carinho e o apreço de muitos leitores desconhecidos, o que foi uma experiência bastante interessante. Aqui, no Facebook, no Instagram, no Twitter, no Pinterest...

Para o pessoal dos números, aqui estão as estatísticas:
  • 7686 visitas ao blog (uma média de cerca de 21 visitas por dia...nem eu vou a casa tantas vezes);
  • 159 publicações (uma média de 0,44 por dia...ok, podia ter sido melhor, mas se contarmos por palavra, temos uma média elevada por dia...);
  • 153 Seguidores no blog (importa perceber que nem toda a gente tem registo Google...);
  • 590 Likes na página do Facebook (cerca de 1 pessoa e meia por dia...o mundo, inteiro ou em metades, está todo aqui);
  • 511 Seguidores no Instagram (cerca de 1 pessoa e quase meia por dia...aqui as pessoas estão cortadas em partes mais pequenas).
Apesar de eu andar armada em ranhosa com pulgas nos últimos tempos, isto até foi uma grande jornada, é só o que vos digo!

Aliás, digo-vos mais: OBRIGADA! Pelo apoio, pelo carinho, pela partilha. Aos conhecidos e aos desconhecidos, que gostam de andar por aqui perdidos tanto quanto eu...

Em retribuição, dois objetivos: comemorar o 2º ano do blog... e tentar ser mais disciplinada!
(eu disse "tentar"...)

Já agora...e críticas, sugestões, ideias estapafúrdias que gostassem de ver por aqui...existem?! Está aberto o brainstorming!!!

B-Day @Candyland
Post sem contrapartida publicitária, suportado apenas pela minha real gana. Quer dizer, podemos considerar autopublicidade da mais descaradona que há! :D

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Feliz Natal?!

E se...o Natal chegasse todos os dias?!

A todos aqueles que fazem parte da minha jornada, próximos ou mais distantes, não posso desejar um Bom Natal. Penso que já são todos bem crescidinhos para tratar disso sem a ajuda dos astros.

A todos vós desejo-vos o mesmo que desejo para mim: a inteligência e humanidade para fazer de cada dia do ano um dia de Natal. Porque neste campo, meus caros, ainda precisamos todos de muita ajuda dos astros...

Peace

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

TOP 12.15 @Candyland

Já cá faltava a banda sonora do mês...obviamente, dedicada a esta quadra tão especial! E como este mês, para mim, não é só feito de Natal, excecionalmente, esta playlist tem 13 temas! Só para dar um efeito de cueca azul e 12 passas.

A começar e a terminar com um miminho da Disney, muito muito especial. Porque este ano, pela primeira vez em 24 anos, a minha Anna não vai estar por cá...



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sábado, 12 de dezembro de 2015

35 anos depois...

...posso concluir que há duas grandes fases na vida: aquela em que queremos muito fazer 18 anos e aquela em que queremos muito voltar a ter 18 anos.


terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Mais do que nada

Continuo às cabeçadas com este mês que não me sabe nada a Dezembro. E para acentuar a confusão, eis que ontem chega uma grande (e muito esperada) prenda.
Com tantos dias festivos neste mês, ontem foi um dia que mereceu tchim tchim. Sem nenhuma data para assinalar, apenas dia 7, um dia como tantos outros.
Mas foi um dia que trouxe um "mais", como diria o Chapeleiro Louco...
"Tome mais um pouco de chá", a Lebre de Março disse a Alice, de maneira muito sincera.

"Como ainda não tomei nenhum", Alice respondeu num tom ofendido, "não posso tomar mais."
"Você quer dizer que não pode tomar menos", disse o Chapeleiro, "é muito fácil tomar mais do que nada." 
- Alice no País das Maravilhas
"Still dreaming" by Anka Zhuravleva @Candyland
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domingo, 29 de novembro de 2015

E de repente...

...o tempo voou.

Parece que o Natal já está de regresso, como se ainda ontem tivesse ido embora.

E é aqui que percebemos o quanto a vida nos ofereceu e nos ocupou para nem darmos conta do tempo.

E percebemos que havia tanto por fazer que não passou disso mesmo...

Esta é a minha season, o meu mês. A felicidade espera-me sempre no Natal. Ainda que este ano traga uma pequena tristeza no coração.

domingo, 22 de novembro de 2015

TOP 11.15 @Candyland

Já com um avançado novembro, a música que pinta este outono.

Em tempo de guerra, limpemos armas...
We're all traveling through time together  
Every day of our lives. 


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sábado, 21 de novembro de 2015

Pérolas do meu rosário #10

Sexta-feira, 20/11/2015, 7h40.
Primeira aula do dia.
'Stora, a ONU declarou oficialmente a 3ª Guerra Mundial contra o Estado Islâmico...viu ontem nas notícias?!
Durante uns míseros segundos, a minha mente (ainda a chorar por cafeína) foi assolada por várias questões antes de poder reagir:
...Uma guerra contra quem?! Mas o Estado Islâmico é um país...desde quando??? 
...Realmente não tenho tido tempo para acompanhar as notícias e ontem foi mais um desses dias (vergonha, eu sei)... mas será que isto é mesmo verdade?! 
...Onde é que raio viram esta notícia?!
A última questão já saiu em voz alta.
Na Net, 'stora! 
 Aahhh! A Net! Esse lugar cheio de verdade e rigor...a Bíblia dos tempos modernos!
...E na SIC Notícias, 'stora!
Aqui, sim, conseguiram a minha atenção! Na SIC Notícias?! Não é que goste muito do canal...mas não queria acreditar que faltasse o rigor jornalístico a quem se assume como profissional na área...

Várias vozes já se levantavam a "confirmar" a notícia: que viram, que ouviram, que era mesmo verdade, que já se contavam cinco países, que já cumpríamos os requisitos para declarar guerra mundial...
Com a sala a "panicar", eu só pensava no ridículo que era utilizar o termo "requisitos" para declarar uma guerra mundial por parte de uma organização que nasce das cinzas da 2ª Guerra Mundial... [Penso: se eliminássemos algumas palavras do nosso vocabulário, talvez conseguiríamos evitar muitos problemas.]
Ok. Então, assumindo que possa ser verdade, vamos começar por confirmar no site da ONU...
Acedi e... nada. Aliás, a notícia em destaque referia mesmo um cessar-fogo: "Syria: UN envoy cites possibility of ceasefire, future political framework to end conflict". Logo aqui dava para desconfiar...não?!

Seguiram-se algumas publicações nacionais: Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Público... nada. Até o Correio da Manhã (tal não era o desespero...): nada. SIC Notícias: nada (ufa!).

Rapidamente se dissipou o alvoroço: a ideia de uma 3ª Guerra Mundial foi afastada em breves minutos.

Esta poderia ser apenas mais uma pérola daquelas que gosto aqui de partilhar, se não tivesse ficado a pensar neste breve, mas significativo espetáculo. Mais: se não tivesse ficado preocupada com o aparato que circulava para além desta sala de aula.

O terrorismo entra pelas portas que lhe são oferecidas e a comunicação é a maior delas todas. Hoje deixou-se de pensar, deixou-se de refletir sobre o mundo à nossa volta.
Teremos já todas as respostas que precisamos?
Absorvemos tudo o que nos é dado, sem analisar, sem questionar, sem pensar. Somos meras máquinas replicadoras.
Haverá melhor canal de comunicação do que este para quem quer difundir uma ideia...ou simplesmente o terror?
O tão falado combate ao terrorismo começa aqui: na comunicação.
Cabe a cada um de nós travar este descarrilar de informação, cabe a cada um de nós soltar as amarras que nos prendem a meios de comunicação que conduzem todos os dias, a toda a hora, um mundo inteiro na direção que bem entendem.
E nós não questionamos, confiamos cegamente, que nem marionetas num espetáculo de crianças. Pior: levamos tudo com o ânimo de uma criança, imune às atrocidades deste mundo. Porque atrás de um écrã podemos ser tudo: heróis, vilãos, bons samaritanos, assassinos. Independentemente do papel que decidirmos representar, a essência é apenas uma: ignorantes.
Teremos já todas as respostas que precisamos? 
Não. 
Apenas deixámos de fazer perguntas.
Passive, 2013 by Joey Klarenbeek @Candyland 

domingo, 15 de novembro de 2015

13/11, Paris, Mundo

Mais do que lamentar os atentados de Paris, num efeito dominó de redes sociais, importa lamentar a humanidade. 
Lamentar todos aqueles a quem oferecemos o poder de manipulação. Lamentar todos aqueles que o oferecem todos os dias.

E quando todos acordarmos para o que é de facto a nossa vivência neste mundo, neste planeta que nos vai permitindo viver por aqui, talvez consigamos fazer melhor.

Think.
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sábado, 7 de novembro de 2015

Uma ausência...

...por uma boa causa.

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sábado, 5 de setembro de 2015

TOP 09.15 @Candyland

Na moda, tudo aponta para uma recriação dos anos 70 nas tendências da nova estação. Por isso, há que abanar o capacete a condizer! Foi uma década cheia, por isso escolher dez músicas é quase um crime...

Porque é um dos meus meses preferidos, porque os 70's são sinónimo de Disco... vai já esta para abrir!
Ba de ya - say do you remember 
Ba de ya - dancing in September 
Ba de ya - never was a cloudy day
Atualização aqui ao lado --->

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"humanidade" escreve-se com maiúscula ou minúscula?!

Quando nascemos, nascemos no planeta Terra, antes de mais. Depois, resta-nos a sorte de nascer num território onde reine a paz. Quando isso não acontece, deveríamos ter a liberdade de procurar essa paz e essa segurança noutro lugar. Sem imposição de fronteiras, sem muros. Sem morrer frente a estes.
"Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos do homem conduziram a actos de barbárie que revoltam a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os seres humanos sejam livres de falar e de crer, libertos do terror e da miséria, foi proclamado como a mais alta inspiração do homem..."
Assim foi escrito logo no preâmbulo da Declaração Universal dos Direitos Humanos como um dos motivos que impulsionou este documento, depois de uma segunda guerra mundial que nos pesa a todos. Um compromisso assumido e, por muitos, esquecido. A mais alta inspiração de alguns homens, talvez.

Assistimos todos os dias a imagens dramáticas que nos vão chegando dos refugiados das zonas bélicas. Assistimos passivamente, partilhamos confortavelmente. Criticamos com base no preconceito e naquilo a que chamo de "filosofias de pequenez humana":
- Os outros países fecharam as portas e nós é que temos de levar com eles?!  
- Aqui há uns anos disseram ou fizeram isto...e agora querem a nossa ajuda? 
- Tanta gente a precisar de ajuda aqui e para eles há logo!...
Argumentamos e passamos ao lado, comodamente aliviados em razões irracionais. Porque vivemos em paz (até quando?), porque eles não nos são nada (onde é que começa o sentimento de pertença?), porque quem criou o problema é que tem obrigação de solucionar (onde é que começa e acaba a responsabilidade?).

Alguém que trate do problema é o segundo maior problema da humanidade. O primeiro é permitir que o problema exista.

Não vou colocar aqui nenhuma das imagens que têm chocado o mundo e têm feito girar as redes sociais em profundas lamentações. Eu própria já partilhei algumas dessas imagens como forma de encarar a realidade, mas agora é altura de agir. E agora já é tarde para muitos...

Deixo-vos aqui algumas maneiras de ajudar os que precisam. Toda a informação útil é digna de partilha. Todos nós temos obrigação de colocar a maiúscula no sítio certo.
[por esta altura, o link que coloquei na Declaração passou despercebido para muitos; alguns já clicaram no link, olharam para a Declaração e saíram; outros, leram as primeiras linhas e mudaram para uma qualquer rede social; desafio-vos a perder alguns minutos a conhecer/relembrar este documento]
Photo: Pinterest
Post sem contrapartida publicitária, suportado apenas pela minha real gana. Mas se alguém quiser contribuir, é só consultar as várias maneiras de ajudar (aqui).
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