sábado, 3 de dezembro de 2016

#omeuanoemfotos 337 | Long Weekend Lag

É isto que acontece quando não estamos habituados a ter um fim de semana mais extenso. Depois de dois dias de pausa, o organismo não percebeu que isto não era segunda-feira e decidiu acordar às 5h00 da manhã como quem diz "então, 'bora trabalhar?!".
WTF?!! É sábado! Ninguém merece esta tristeza...

 

Está na Lista! #15

Não vá o Pai Natal estar de olho, deixo aqui algumas ideias de umas coisinhas que ficariam muito bem debaixo da minha árvore (que ainda não tenho).
Aviso já que algumas coisinhas são escandalosas, mas nunca se sabe quando o Pai Natal tem a ajuda do Cristiano Ronaldo para assegurar a felicidade de muitos de nós...

Colar Dreamcatcher Diamond & White Gold | BLOOMINGDALE'S
Livro "A Criança de Fogo" | FNAC
Perfume Sí | ARMANI
Máscara Magnaminty | LUSH
Apple Watch | APPLE
Lápis Eye Bright | BENEFIT COSMETICS
Mala Red Keepall | LOUIS VUITTON

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

#omeuanoemfotos 336 | Que nem chuchu!

É isto que acontece quando, por acaso, que nem fenómeno da natureza que ocorre de cem em cem anos, temos um fim de semana de quatro dias! Colocamos o corpo em pausa, desligamos o botão do cérebro e vegetamos.
Como dormir o dia todo seria aborrecido e, provavelmente, poderia causar-me problemas nas articulações, dediquei-me à "leitura tradicional das férias". E posso já dizer-vos que, na minha cabeça, já gastei uma pipa de massa em compras. Infelizmente, na prática, a carteira não dá azo a devaneios...

Habituava-me a isto. Ou não.

 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

#omeuanoemfotos 335 | Dezembro

Há lá mês mais lindooooo do que o meu?!

O mês da família e dos grandes reencontros. O mês em que se sublinha a tolerância e a solidariedade. O mês dos filmes clássicos e das decorações cheias de luzes. O mês de reflexão e de encerramento de mais um ciclo de 365 dias. O mês do meu aniversário. Sem dúvida, o meu mês preferido.

Como não podia deixar de ser, é também tradição (cada vez mais) reunir com os amigos e com os colegas de trabalho em almoços e jantares. Este cenário é exponencialmente multiplicado quando se tem uma profissão como a minha em que também os formandos gostam de aproveitar a época para reunir com a sua equipa formativa. Quer isto dizer que a minha agenda social, durante esta quadra, está pior que a agenda profissional do Tony Carreira! Felizmente sou acarinhada e lembrado por muitos, mas infelizmente não posso chegar a todos. Tenho a certeza que outras oportunidades surgirão, até porque existem mais onze meses ao longo do ano.
Como já perceberam, as festividades começaram mais cedo este ano e hoje foi a vez dos nossos meninos de Mecatrónica que se preparam para iniciar o estágio. Antes disso, dedicaram um bocadinho aos "cotas" de bata azul, que em liberdade até vestem roupas decentes. Sem ausências, estiveram de parabéns pela organização deste evento.
Que seja um bom prenúncio do que se avizinha.

 

#omeuanoemfotos 334 | Comemorações natalícias

Está aberta, oficialmente, a época das comemorações natalícias. De ano para ano parece que o número de jantares, almoços e lanches para celebrar a quadra aumenta.
Hoje começamos com o jantar, carinhosamente apelidado de "Jantar Porque Sim!". Esta parece-me uma boa razão para alugarmos mais um ou dois meses do ano para estas reuniões de convívio.
Amanhã há mais.

 

terça-feira, 29 de novembro de 2016

#omeuanoemfotos 333 | Ordem de Despejo

Uma pessoa chega a casa depois de um dia de trabalho e entra na rotina doméstica. Roupa confortável, ligar aquecimento, começar a preparar o jantar, TV ligada nas notícias. De repente, no momento em que tudo está em funcionamento, o quadro vai abaixo. Ligar a lanterna, procurar o quadro no hall da entrada e voltar a pôr tudo a funcionar.
Entretanto, durante a preparação da bolonhesa, começa-se a estranhar a ausência da Joy, não só porque a bolonhesa é a especialidade da casa, mas também porque esta é a sua hora predileta para fazer de canguru e bisbilhotar tudo o que andamos a fazer. Deve ter ido descansar um bocadinho para a sua cama, pensei. E a rotina continuou, até ser interrompida com um barulho fora do comum vindo do hall e toques repetidos da campainha. Quando abri, tinha o vizinho a tentar acalmar a Joy, enquanto a vizinha tentava proteger as compras que trazia da endiabrada de quatro patas.

Sim, ninguém reparou que a Joy ficou fora de casa. Felizmente, o hall é fechado e ela não tem acesso às escadas, se não a esta hora estava a beber umas jolas no café. Tendo em conta o aborrecimento do hall, presumo que ela tenha ficado à porta com o seu ar de "WTF?! Quando é que me deixam entrar? Já chega desta brincadeira, não?!" até ter visto a vizinha a sair do elevador cheia de compras e pensar "Ena, gente nova e sacos de compras que eu gosto tanto de chafurdar!!!". E foi, sem dúvida, o ponto alto do seu dia.

Agora imaginem isto da perspetiva da vizinha que saiu descansada do elevador.
Amanhã devo ter um abaixo-assinado de despejo.

 


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

#omeuanoemfotos 332 | Vikings

Após o final da última temporada de Game of Thrones fiz uma pausa nas séries que ia acompanhando. Podia justificar dizendo que decidi dedicar-me a outras atividades ou apenas desligar-me um pouco do écrã ao final do dia, o que não seria mentira. Porém, na verdade, o que motivou este jejum foi realmente ter uma cadela que me destruiu a sala, nomeadamente os sofás onde confortavelmente vegetava, de vez em quando, a ver as minhas séries preferidas.
Ora bem, ainda não tendo as condições ideais de conforto, tenciono hoje fechar este período de abstinência, até porque já tenho muito para pôr em dia. E nada melhor do que matar saudades do grande Ragnar Lothbrok. Quem não conhece ou ainda não teve curiosidade em espreitar a série Vikings não sabe o que perde. Só vos digo isto: é a única que coloco no mesmo patamar que o Game of Thrones! Ah, pois é! Foi um bom argumento, não foi?!
Knock Out, Pimba!!!

Photo: Google
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domingo, 27 de novembro de 2016

TOP 11.16 @Candyland

Novembro já está quase no fim, mas ainda a tempo para atualizar a playlist para um mood mais adequado a pantufas, chá e manta.
E porque é o mês em que me despeço desta idade que conta sem parar. No próximo mês, já tenho de somar mais um...

"When you looked over your shoulder
For a minute, I forget that I'm older"



Atualização aqui ao lado ----------------------------------------------------------------------------->

Post sem contrapartida publicitária, suportado apenas pela minha real gana (e o meu real ouvido).

#omeuanoemfotos 331 | 50.000 and counting

E assim como quem não quer a coisa já ultrapassámos as 50 mil visitas! YEAHHHH!!!

Parabéns a vocês que continuam a passar por cá, a vocês que vieram até cá por engano e a vocês que foram pagos pela minha família para contribuir com uma visita.

Já sabem que este espaço também é vosso, por isso usem e abusem dos comentários e do e-mail, porque as sugestões são sempre bem-vindas.

Tchim tchim a nós!

Photo: http://shesatcandyland.blogspot.pt
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sábado, 26 de novembro de 2016

#omeuanoemfotos 330 | Má vida

Agora é que eu entendo o drama dos pais, quando os filhos começam a ter festas tardias. E ainda estou na primeira fase, dita soft. O que fazer até à hora do check out da festa?!
Pois bem, da última vez, enquanto fazia tempo, descobri um wine bar e, pronto,...entretive-me! Hoje até pensei ficar por casa, depois de uma tarde passada no quentinho a ver um filme dramático e a chorar baba e ranho, mas depois lembrei-me: e vontade para depois ir para a rua à noite?! É que os "vintes" já lá vão, minha gente, e uma pessoa não vai para nova...
Decidimos, então, ir logo para a rua, comer qualquer coisa em modo relax e depois, como quem não quer a coisa, "ah, já agora vamos buscar a miúda!". E assim foi. O problema é que descobrimos o Don Zacca, a nova pizzaria em Setúbal, com um conceito muito italiano e uma confecção cinco estrelas... E foi isto (com imperiais à mistura):

 

O que será de mim quando estiver na fase avançada de festas até às tantas?!... 

Está na Lista! #14

Parece que os dias de chuva vieram para ficar e a vontade é ficar na ronha, debaixo de uma manta, em pantufas e a vegetar em frente à TV.
Ou apenas dar um passeio...




Guarda-chuva | TOUS
Botas | LEMON JELLY
Esferográfica | TOUS #PROMO ALERT!
Trench Coat | BURBERRY  
Pulseira | TOUS  #PROMO ALERT!
Chapéu Impermeável | PARFOIS
Baton Mate | MAKE UP FACTORY #PROMO ALERT!
Écharpe | PARFOIS

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

#omeuanoemfotos 329 | Formação Profissional

Foi esse o mote para o concurso de fotografia, que termina hoje. Vários foram os participantes, mas puxando a brasa à minha sardinha, não posso deixar de apoiar incondicionalmente as minhas pérolas mais preciosas.
Deixo-vos as fotos que estão a concurso para poderem deixar o vosso LIKE. Um obrigada do tamanho do mundo!

Conto(-te) #8

Quando acordou, não fazia ideia onde estava. As pessoas circulavam à sua volta, em passo acelerado e mecânico. Uma luminosidade forte, um branco ofuscante envolviam-na. Fechou os olhos e as lágrimas escorregaram: percebia agora onde estava, percebia agora o que acontecera.

Era uma noite como tantas outras. Uma espécie de catarse de final de semana: copos e amigos, os acontecimentos triviais do trabalho e as novidades sociais.
Ele observou-a durante algum tempo, até finalmente se aproximar: um cumprimento atrevido, alguns clichés de deliciar os egos mais frágeis, trocas de sorrisos e olhares ávidos. Ao terminar a noite, ela pegou na caneta e escreveu o seu número. Durante largos meses, a paixão apoderou-se do seu coração, toldando-lhe o discernimento.

Voltou a abrir os olhos, mas a luz parecia estar mais forte. Virou o rosto num gesto inconsciente: a dor atravessou-a como uma lâmina. As lágrimas, cansadas e doridas, despontaram dos olhos, novamente fechados: percebia agora o erro que tinha sido aquela noite, percebia agora que não tinha escrito o seu número, mas assinado a sua sentença.

As noites de catarse foram sendo cada vez mais raras, até desaparecerem por completo da sua agenda. Também os amigos começaram a revelar-se ausentes, sendo substituídos por ele: aquele homem sedutor, que lhe estava destinado, que era o seu porto de abrigo, o homem da sua vida. Aquele homem que também se foi revelando diferente, mais autoritário, mais agressivo.
A relação passou a ser um ciclo de momentos de paixão imensurável e cega, seguidos de momentos de agressão, que testavam cada vez mais os limites humanos, de afastamentos e pseudodecisões definitivas e, por fim, de reconciliações com promessas de mudança.

Não conseguia parar as lágrimas. Pensava no seu corpo, sujo e inútil; pensava na sua alma, fraca e solitária. Recordava as mãos enormes que lhe apertavam o pescoço, roubando-lhe o pouco ar que sentia ter, os repetidos pontapés de fúria que a faziam encolher-se, como se quisesse voltar ao útero da sua mãe, como se quisesse voltar a nascer. E queria: ter uma vida nova, começar de novo.
Um médico aproximou-se: pegou-lhe na mão, limpou-lhe uma lágrima que escapava, morta. Era altura de dizer a verdade, de acabar com a vergonha que a consumia: percebia agora que era vítima de si própria, percebia agora que o verdadeiro agressor escondia-se dentro de si.
Abriu os olhos, apertou a mão do médico.

Não estava sozinha.

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