quarta-feira, 19 de outubro de 2016

#omeuanoemfotos 292 | Sinais

E não é que dei por mim a baixar o volume da música, porque estava a incomodar-me? Pior: por várias vezes, no carro, pedi à loira mais nova para baixar o som, armada em ovelha ranhosa capaz te ter um fanico!!! [se serve de atenuante, na maioria das vezes, era o Bieber, ok?!]

Quer isto dizer, segundo a sabedoria sagrada dos deuses do açúcar (que até dispenso no café!), que estou a tornar-me numa...COTA!!! Só esta ideia provocou-me mais 5 rugas, 17 cabelos brancos, artroses e joanetes agudos! Por que razão os deuses do açúcar têm de ser tão agressivos e frios connosco? Ninguém merece isto... 

Visto que até ao momento ainda ninguém chegou com o antídoto para o envelhecimento, que eu espero vir a acontecer em breve, estou decidida a lutar contra este degredo! Amanhã, quando for buscar a miúda, a música vai estar a bombar, de maneira a ouvir-se a quilómetros de distância! E ainda vou cantar por cima...

I ain't your mama
No, I ain't your mama
No, I ain't your mama, no

 

terça-feira, 18 de outubro de 2016

#omeuanoemfotos 291 | Drama

Também é um dos géneros da Literatura, mas ainda não houve nenhum dramaturgo a ganhar um Nobel. Contudo, é deles que nasce muita da magia que acontece num palco. Ou num filme ou numa série. E é, sem dúvida, o texto do meu coração.

Hoje as minhas pérolas deram asas ao dramaturgo que existe dentro deles e, depois, deram vida às suas personagens. Como já suspeitava, foram daquelas horas que nem damos conta que passam. Porque a sala de aula pode (e deve) transformar-se num palco, onde se fazem tantas aprendizagens.

 

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

#omeuanoemfotos 290 | Literatura

Uma pessoa não envia trabalhos para casa e o que acontece quando chega finalmente a casa? Tem trabalhos! De Português, por isso não houve escapatória possível. O trabalho em si suscitou-me algumas dúvidas quanto à sua utilidade, mas nem vou aprofundar este aspeto. O que realmente me deixou com os pacovás a ganir foi a coletânea de textos que continua a persistir (ou insistir) nos manuais de Português!
Editoras e professores (por arrasto ou comodidade) continuam a tratar a Literatura como algo de reduzida dimensão e pouca (ou nenhuma) diversidade! Fez-me lembrar um comentário de um formando há pouco tempo: "'Stora, hoje em dia já não há muitos escritores, pois não?!" Quando o questionei sobre esta dúvida, respondeu-me: "Nunca li nada que não fosse de escritores que já morreram há não sei quantos anos!". Isto foi dito por um formando de nível secundário. Mais grave: um formando que verbalizou o que muitos julgam ser verdade.
Camões, Eça, Pessoa, Saramago (que ganhou um Nobel e, com isso, deixou de estar reduzido ao Memorial do Convento) são, sem dúvida, alguns nomes de referência que devem constar da leitura a proporcionar aos nossos jovens. Porém, para que eles consigam apreciar estas referências, há que haver uma descoberta (muitas vezes, guiada) das obras. É praticamente impossível isto acontecer quando lhes impingimos "Os Maias" e dissecamos a obra como se estivéssemos numa aula de ciências: identifiquem a estrutura interna e externa, retirem exemplos de comparação, ironia ou antítese, sublinhem exemplos de narração e descrição (fónix, vou ter de sublinhar as primeiras páginas da obra do princípio ao fim!), caracterizem as personagens, espaço, tempo, dêem exemplos, retirem do texto...e terminamos com "Os Maias" em retalhos, mas bem trabalhadinhos para o exame! E, já agora, gostaram da obra?!

Quando inicio as aulas de Literatura oiço sempre o mesmo comentário: "Pfff...ler?! Deve ser verdade! Eu não gosto de ler...", por vezes acompanhado de um "acredita que eu nunca li um livro na minha vida?!" E o mais triste é que é a mais pura das verdades. Hoje, enquanto andava às voltas com um excerto de "As Minas de Salomão" (obra que já fazia parte do meu manual de sétimo ano...) e explicava à pequena loira um pouco da ação da obra, ela desabafou que teve azar, pois ficou logo com "aquele que é um excerto de um livro"! Folheei o manual e dei de caras com muitos habitués destas páginas, enquanto lhe explicava que grande parte daqueles textos eram excertos de obras. Ficou surpreendida, não sabia. Depois foi toda uma correria à procura das categorias da narrativa: ação, narrador, espaço, tempo...

Precisamos urgentemente formar leitores, jovens que consigam construir um pensamento crítico, que consigam compreender a expressão do outro, que consigam criar no abstrato, porque tudo no mundo de hoje, do copy paste, empurra na outra direção. Para isso, como na vida, precisamos de dar mais importância ao conteúdo (e a tudo o que ele nos pode oferecer) e menos à forma.

Como seria uma aula de Literatura sem manual, livro de atividades, caderno, livros auxiliares de análise de obra? Uma aula em que o formador apenas distribuísse pelos seus formandos a obra e desse início a uma verdadeira exploração?

E é assim que temos o mundo a tentar compreender por que razão Bob Dylan ganhou o Nobel: uns porque consideram a Literatura uma espécie de clube exclusivo pertencente aos que narram milhentas páginas de ações densas publicadas em livros, outros porque o tipo era músico e compunha umas "cenas" enquanto estava mocado. Depois há os outros, poucos talvez, que entendem a poesia como uma das veias principais da Literatura, que no seu todo tem um forte impacto na sociedade e tantas vezes foi trampolim para mudar o curso da História. Muitos não se manifestam, porque nunca leram.

 

sábado, 15 de outubro de 2016

#omeuanoemfotos 288 | Inferno

Não sendo um bom exemplo, mas assumindo com honestidade: ainda não li nenhuma obra de Dan Brown.
[gritos de escândalo e clamores de incredulidade!!!]
Tenho alguns em casa, mas tendencialmente vou dando prioridade aos nossos autores portugueses.

Contudo, já vi os filmes "Código Da Vinci", "Anjos e Demónios" e, agora,...acabadinho, acabadinho de ser visto..."Inferno"! Não tendo sido tchanan, foi bom, ao jeito do que costuma ser. O que quer dizer que vale a pena ir ao cinema para visitar o Inferno!

O que gostei particularmente neste filme foi o reviver dos tempos de faculdade, em que muitas horas foram dedicadas à  "Divina Comédia" de Dante. Longas horas de Inferno, Purgatório e Paraíso...

 
La Mappa dell’ Inferno – Sandro Botticelli

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

#omeuanoemfotos 287 | Gelatigurte

Gosto de iogurtes, mas não sou fã. Gosto de gelatina, mas não sou fã. Inventaram a Gelatina de Iogurte e fiquei adepta. É tãoooo bom!!!
Ainda por cima, segundo consta, tem poucas calorias, o que é agradável para a balança (a não ser que decidamos comer o stock todo da prateleira do supermercado assim só de uma vez)! Mesmo que assim não fosse, bastava dizer que tínhamos comido um Corpos Danone e todos pensavam logo que tinha sido algo decente...

Like!

(tencionava falar-vos sobre isto ontem, mas a Maria Leal pareceu-me um assunto prioritário, não fosse vocês ainda pensarem que o Photoshop era só para trabalhar imagem...)

 

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

#omeuanoemfotos 286 | Photoshop

Sei pouco sobre Photoshop. Não sendo uma ferramenta necessária ao meu trabalho diário, já lá vai o tempo em que brincava neste software, fazendo experiências e descobrindo as suas funcionalidades. E, de facto, a evolução no mundo da informática é brutal...em poucos meses, já tudo mudou!

Foi o que aconteceu ao Photoshop. Descobri hoje que, para além de melhorar a pele, ter efeitos de emagrecimento e permitir todo um novo visual muito mais apelativo...tem agora funcionalidades ao nível da melhoria vocal!!! Estou extasiada com esta rapidez evolutiva de software!

Contudo, tendo em conta o resultado final, deduzo que esta versão do Photoshop ainda seja beta...

 

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

#omeuanoemfotos 285 | Discriminação

...é uma coisa que não suporto e, por isso, evito ao máximo comportamentos que possam ser injustos (ou não fosse o meu ascendente Balança). Mas o que é certo é que não conseguimos escapar, consciente ou inconscientemente, a uma ou outra atitude menos correta.

Cheguei a casa e, depois de ralhar com a Joy pelo estado da sala (hoje foi a vez da mesa de verga...verga esta que já não estava na mesa...), fui logo dar-lhe a ração, pois já passava da sua hora de "jantar". Comeu como se não houvesse amanhã e eu fui tratando de outras tarefas...até bater os olhos no Leonardo! Sabem aquele olhar de "ninguém gosta de mim, sou um infeliz e esquecido no mundo"?! Pois é...esqueci-me de comprar a ração do membro mais pequeno da casa!!!

Sou oficialmente uma mãe de animais desnaturada, facciosa e negligente.

 

#omeuanoemfotos 284 | Agenda

É sempre bom termos algo que nos oferece motivação um bocadinho todos os dias. No meu caso, é a minha agenda. Por vezes, lembra-me que existem dias fantásticos. Noutros momentos, faz um clique às minhas ideias brilhantes.

Hoje foi dia das "imensas coisas por fazer"...

 

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

#omeuanoemfotos 283 | Tutorial

Como lidar com a segunda-feira?

1 - Lembre-se que estamos no início da semana e, por isso, temos um novo plafond de tempo, mais precisamente 120 horas, para tratar da nossa lista de afazeres! Como que uma nova oportunidade para colocarmos o trabalho em dia e a vida em ordem.

2 - Lembre-se que uma nova semana é também sinal de novas surpresas! Nunca se sabe quando, a qualquer momento, pode surgir uma ótima notícia ou um acontecimento inesperado e muito agradável.

3 - Lembre-se que é o melhor dia para contar e ouvir todas as novidades do fim de semana e, por isso, socializar.
...
Quem é que eu estou a enganar?...

Beba café, evite comunicar com pessoas que tendem a ter os chakras todos alinhados e irradiam energia por todos os poros, beba café novamente (e repita as vezes necessárias até conseguir que o corpo responda automaticamente aos estímulos sociais), evite refletir sobre a existência humana e a necessidade de subsistência e, depois de sobreviver a toda a segunda-feira, beba para esquecer. Quando der conta já é terça-feira.

 

domingo, 9 de outubro de 2016

#omeuanoemfotos 282 | Outra perspetiva

"The Girl on the Train", o grande sucesso de 2015, de Paula Hawkins, ganhou forma na sétima arte.
Confesso que, apesar de já ter lido o livro (ou justamente por ter lido o livro), queria muito ver o filme. Toda a história desenrola-se através do olhar de três mulheres em diferentes momentos - cabe-nos a nós, leitores, ir formando o puzzle. Este trabalho árduo, repleto de analepses, só poderia ser uma dor de cabeça para o realizador do filme, que jogou pelo seguro e colou-se ao livro. Por um lado, foi bastante positivo, pois não perdeu a essência do livro, muito pelo contrário: a imagem visual intensificou o dramatismo das cenas. Por outro lado, para quem não leu o livro e tendo em conta que há sempre muitos outros pormenores que não cabem no filme, os avanços e recuos na ação, com alteração da perspetiva da personagem, fazem com que o espectador ande, por vezes, um pouco perdido.

Não superou as minhas expetativas, mas satisfez a curiosidade e fez jus ao sucesso do livro. Recomendo vivamente a quem gosta de thrillers e de ficar agarrado até ao fim, a magicar mil e uma hipóteses, acabando por ser supreendido. Neste aspeto, houve também um cuidado minucioso para não defraudar o "mistério até ao último minuto" que existe no livro.

Nota (muito) positiva: Emily Blunt com uma prestação única e fenomenal, digna de um Óscar, no mínimo! 

Nota negativa: transferirem a ação para Nova Iorque, deixando a minha querida Londres, palco da história da rapariga do comboio, esquecida no sotaque da protagonista.

 

sábado, 8 de outubro de 2016

#omeuanoemfotos 281 | Planos

O plano era simples: ir à FIL e dar uma olhadela à Intercasa, que decorre até amanhã, para tirar ideias e ganhar inspiração.
Até não correu mal está parte e ainda bem que estudei a Bíblia de Pantone, pois as tendências de cores para o próximo ano estavam por todo lado escarrapachadas em tudo o que era almofada, sofá, cadeira, cadeirão, papel de parede, cortinas...
Para além desta confirmação, posso também assegurar-vos que o que está a dar é mobiliário claro (branco, cinza, madeira ao natural...falando numa linguagem cromática mais informal), em linhas direitas e simples. De uma forma geral, privilegia-se o "Peace and Love", com ambientes muito zen e carregados de Budas por todo o lado (ele é corpo inteiro no chão, ele é metade no aparador, ele é busto na estante, ele é em triplicado na mesa da sala...) ou o "Disney Mood", com a recriação de espaços dignos de princesa, repletos de espelhos, brilhantes, cristais, plumas e acetinados. Quer um, quer o outro fazem parte das minhas preferências, por isso ideias brotaram por todo o lado!

 

Como vos disse, esta parte do plano até correu bem. Mas depois fomos até ao outro pavilhão, onde decorre até amanhã  o Lisboa Design Show, uma mostra de produtos e criações com assinatura portuguesa. Para além de várias peças giiiiiiiríssimas, houve ainda oportunidade de assistir ao que se vai fazendo na moda, o que também foi muito interessante : mochilas, golas, vestidos dos anos 60/70, tudo muito em Rose Quartz e Serenity (ando a dar forte no Pantone, como vos disse).

 

Um bocadinho mais à frente, noutro pavilhão, dei por mim na Feira Vintage, que também decorre até amanhã... Quem é capaz de ficar indiferente aos anos 50/60?!! Do Rock 'n' Roll às Volkswagen Pão de Forma havia de tudo: gira-discos, máquinas de escrever, muitos discos vinil, todo o tipo de rádios que possam imaginar...e livros, muitos livros antigos!

 


 

Depois também encontrei isto:

 

...e, de facto, o plano não correu como esperado.

Se não tiverem ideias para amanhã, já sabem...divirtam-se!

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

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