Não fosse ser um amor de estimação, por ter feito parte da minha infância, e eu tinha saído antes de o filme acabar.
A caracterização destas novas tartarugas, menos fofinha e mais realista, foi um dos aspetos que gostei bastante quando estreou o primeiro filme, em 2014. O dedinho de Michael Bay foi notório e até fiquei agradavelmente supreendida, mesmo não sendo um filme tchanã! Com as expetativas já num nível considerável, fui ver o segundo filme e... well... mais valia estarem sossegados!
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| Tartarugas Ninja Heróis Mutantes: o Romper das Sombras |
O previsível estava lá todinho: o trapalhão do Michelangelo e a sua obsessão por pizzas, os dramas existenciais de liderança de Leonardo, o génio nerd de Donatello e a revolta do durão Raphael, para além da falta de sossego do sensei Splinter, que nem pai de quatro crianças de 3 anos, e o eterno inimigo com um estilo "ninja star treck", Shredder. Isto era o que todos esperávamos, para reavivarmos as memórias de infância! São aqueles ingredientes que todos queremos que lá estejam...para além do resto! E o problema é justamente aqui: cadê o resto?!
Uma história sem grande estrutura, sendo a única novidade um robot gigante comandado por uma alforreca nojenta que fala e que parece ter sido enfiada no enredo à martelada. Como é óbvio, o bem venceu o mal, com um Schedder congelado até ao próximo filme e a dita alforreca a jurar vingança no bilhete de ida, o que não é bom sinal... é que levar com aquela gosma no próximo filme outra vez ninguém merece! Para isso, vemos o Alien, ok?... Menos, muito menos!











